“Estamos no século 21, mas os deuses do Monte Olimpo e vários monstros saíram das páginas dos textos de Mitologia Grega do estudante colegial Percy Jackson para aparecerem direto em sua vida. E eles não estão contentes: o raio mestre de Zeus foi roubado e Percy é o principal suspeito. Ainda mais problemático, é o desaparecimento súbito da mãe de Percy. Enquanto o garoto se adapta a seu recém descoberto status de semi-deus (seu pai é Poseidon), ele se descobre em meio a uma batalha entre os grandiosos habitantes do Monte Olimpo. Ele e seus amigos embarcam em uma aventura através do país para encontrar o verdadeiro ladrão de raios, salvar a mãe de Percy e desvendar um mistério mais poderoso que os próprios deuses.”
O filme é bem bacaninha, os efeitos são legais e é muito, muito engraçado. Eu não conheço a história dos livros logo, foi um filme legal para mim. Me diverti e ri horrores. Obviamente que distorce a mitologia toda, mas enfim.
A história é aquele clichezão do moleque nerd-rejeitado na adolescência dos tempos modernos, que descobre que é um semi-deus (o escolhido, digamos assim) e logo o destino o encarrega de salvar o mundo, sem o mesmo ter o menor preparo (esses carinhas SEMPRE são auto-didatas). Percy (Logan Lerman) é filho do Poseidon, deus dos mares. Ele e os outros deuses estavam entediados com a vida no Olimpo e decidem vir a Terra para dar umas boas bimbadas. Pela quantidade de crianças e adolecentes no acampamento Meio-Sangue, o negócio foi bom. Percy está sendo acusado de ter roubado o raio-mestre de Zeus e caso não o devolva começará uma guerra entre os deuses, usando o céu e a terra como cenário. Ele tem pouco tempo até provar o fato, achar as jóias de Perséfone e se der sorte, salvar sua mãe, que foi “abduzida” (SIM, no dublado se usa esse termo) por Hades e convencê-lo de recuar da guerra. Bem ao estilo Harry Potter com molho madeira.Eu não vou ficar de bla-bla-bla-whiskas-sachê contando o filme todo, é legal, pode confiar!

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