O valor das pessoas

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010


É inacreditável como somos capazes de deixar de lado as pessoas mais importantes das nossas vidas. Pelo menos eu sou. Ontem, me ligou uma amiga que, por essas loucuras do dia a dia, não vejo há tempos

"É louco... Quando temos as pessoas que amamos neste mundo não damos valor. Só quando elas se vão é que percebemos como fazem falta".

Foi aí que decidi: agora, vou ficar mais ao lado de quem amo. São essas pessoas, afinal, que nos dão força e escutam quando precisamos desabafar.

Se você também sente falta de alguém que realmente importa, que tal ligar, visitar, contar o que aconteceu durante o tempo em que não se falaram? Aposto que vai ser uma delícia botar o papo em dia.

Saia do fundo do poço hoje


Estar no fundo do poço é assim: tudo parece conspirar para transformar nossas vidas num inferno. Essa sensação horrorosa, de estar longe de qualquer coisa que possa ajudar, aparece quando há uma montanha de problemas.

Pode ser resultado, por exemplo, da falta de atenção do marido, do dinheiro que acaba todo fim de mês, do próprio corpo que está longe de ser o desejado. Enfim, ficamos no fundo do poço quando nossa autoestima vai parar lá embaixo.

Dias desses, por outros motivos, estava me sentindo assim. Liguei para um amigo muito sábio que disse: "Sofrer é fácil. Difícil é aprender com tudo e, mais importante, reagir". Na hora, relutei. Mas não demorou para que percebesse como ele está certo.

A vida fora do fundo do poço é muito mais legal. Eu posso sair dele quando quiser porque tenho, sim, força para isso - e você também! Enfrente os problemas e resolva-os, por mais difíceis que pareçam. Você vai ver o quanto se sentirá melhor. Beijo grande!

Vamos ousar!


Sabe quando você quer muito fazer algo mas, na hora H, amarela por... vergonha? Tire um minuto agora para pensar em quantos momentos legais você poderia ter vivido se não tivesse parado por esse freio bobo.

A vergonha, afinal, nada mais é do que censurarmos nossas próprias vontades por medo da reação dos outros. Estou falando de coisas simples, como pedir informação na rua ou usar aquele sapato diferentão. Mas também estou falando de coisas importantes, como conversar com uma colega de trabalho (que pode virar uma grande amiga) ou dizer logo "eu te amo" para alguém especial (e viver um momento inesquecível).

Por isso, minha mensagem nesta semana para você é: deixe a vergonha de lado por uns dias. Ouse. Seja você mesma. Da próxima vez que tiver vontade de se declarar para alguém, de cantar num karaokê, de dançar a valer ou de simplesmente rir feito boba, vá fundo. Vergonha mesmo é não poder ousar na vida e se arrepender depois. Grande beijo!

A coragem para dar um basta


Tive um estalo nesta semana: percebi que, algumas vezes, é mais difícil reunir coragem para terminar algo do que para começar.

Pense em quantas pessoas se prendem a casamentos que não fazem bem a elas... É o mesmo caso de tantas mulheres que sofrem com a violência dentro de casa, mas têm dificuldade em abandonar os maridos. No trabalho, isso também acontece: conheço gente que está infeliz no emprego há tempos mas que nem procura outra coisa.

Cheguei à conclusão de que isso acontece porque os começos, na maioria vezes, ocorrem de maneira natural. Já os términos dependem única e exclusivamente de nós. Eles estão sob o nosso controle. E é difícil para qualquer um dar um basta em algo que, por pior que seja, é conhecido.

Mas tenha certeza que depois do furacão da ruptura vem a calmaria da liberdade. De poder fazer escolhas, de vivenciar novas experiências e, principalmente, de amar pra valer quem mais importa: nós mesmas! Faça isso por você hoje. Beijo grande!

Nervosismo não serve para nada


Você já reparou como coisas sem a menor importância nos fazem perder horas de sono, brigar com as pessoas que a gente ama e, mais importante, deixar de aproveitar a vida?

Nesta semana, conversando com amigos, vi que esse é um problema comum a todo mundo. E é incrível como, quando paramos para pensar com a cabeça fria, vemos que aquele "problemão" não era nada - e que o que estava atrapalhando mesmo eram nossas emoções (muitas vezes exageradas) em relação ao assunto.

Isso acontece quando, por exemplo, chegamos em casa estressadas depois de um dia em que deu tudo errado: o chefe foi grosso, o ônibus atrasou, a amiga não deu atenção. O nervosismo nos faz brigar, ficar tristes e não ver alternativas para ser feliz. Se você costuma passar por isso, tente, nos próximos dias, fazer este exercício: pare e reflita sobre o que a chateou. Você vai ver que, sem a tensão que toma conta de nós momentaneamente, o mundo clareia e, aí, tudo parece mais fácil e possível. Beijo grande!
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